quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

* Valentin *

*História real:

PORTEIRO DO PUTEIRO


Uma história verídica, que traz lição para todos !


Não havia no povoado pior emprego do que ‘porteiro da zona’.
Mas que outra coisa poderia fazer aquele homem ?
O fato é que nunca tinha aprendido a ler nem escrever, não tinha nenhuma outra atividade ou ofício.
Um dia, entrou como gerente do puteiro um jovem cheio de ideias, criativo e empreendedor, que decidiu modernizar o estabelecimento.
Fez mudanças e chamou os funcionários para as novas instruções.
Ao porteiro disse:
- A partir de hoje, o senhor, além de ficar na portaria, vai preparar um relatório semanal onde registrará a quantidade de pessoas que entram e seus comentários e reclamações sobre os serviços.
- Eu adoraria fazer isso, senhor, balbuciou – Mas eu não sei ler nem escrever.
- Ah! Quanto eu sinto! Mas se é assim, já não poderá seguir trabalhando aqui.
- Mas senhor, não pode me despedir, eu trabalhei nisto a minha vida inteira, não sei fazer outra coisa.
- Olhe, eu compreendo, mas não posso fazer nada pelo senhor. Vamos dar-lhe uma boa indenização e espero que encontre algo que fazer. Eu sinto muito e que tenha sorte.
Dito isso, deu meia volta e foi embora. O porteiro sentiu como se o mundo desmoronasse. Que fazer?


Lembrou que no prostíbulo, quando quebrava alguma cadeira ou mesa, ele a arrumava, com cuidado e carinho.
Pensou que esta poderia ser uma boa ocupação até conseguir um emprego.
Mas só contava com alguns pregos enferrujados e um alicate mal conservado.
Usaria o dinheiro da indenização para comprar uma caixa de ferramentas completa.
Como o povoado não tinha casa de ferragens, deveria viajar dois dias em uma mula para ir ao povoado mais próximo para realizar a compra. E assim fez.
No seu regresso, um vizinho bateu à sua porta:
- Venho perguntar se você tem um martelo para me emprestar.
- Sim, acabo de comprá-lo, mas eu preciso dele para trabalhar, já que…
- Bom, mas eu o devolverei amanhã bem cedo.
- Se é assim, está bem.
Na manhã seguinte, como havia prometido, o vizinho bateu à porta e disse:
- Olha, eu ainda preciso do martelo. Porque você não o vende para mim?
- Não, eu preciso dele para trabalhar e além do mais, a casa de ferragens mais próxima está a dois dias de viagem, de mula.
- Façamos um trato – disse o vizinho.
Eu pagarei os dias de ida e volta, mais o preço do martelo, já que você está sem trabalho no momento. Que lhe parece?
Realmente, isto lhe daria trabalho por mais dois dias. Aceitou.
Voltou a montar na sua mula e viajou.
No seu regresso, outro vizinho o esperava na porta de sua casa.
- Olá, vizinho. Você vendeu um martelo a nosso amigo.
Eu necessito de algumas ferramentas, estou disposto a pagar-lhe seus dias de viagem, mais um pequeno lucro para que você as compre para mim, pois não disponho de tempo para viajar para fazer compras.
Que lhe parece?
O ex-porteiro abriu sua caixa de ferramentas e seu vizinho escolheu um alicate, uma chave de fenda, um martelo e uma talhadeira. Pagou e foi embora. E nosso amigo guardou as palavras que escutara: ‘não disponho de tempo para viajar para fazer compras’.
Se isto fosse certo, muita gente poderia necessitar que ele viajasse para trazer as ferramentas.
Na viagem seguinte, arriscou um pouco mais de dinheiro, trazendo mais ferramentas do que as que já havia vendido.
De fato, poderia economizar algum tempo em viagens.
A notícia começou a se espalhar pelo povoado e muitos, querendo economizar a viagem, faziam encomendas.
Agora, como vendedor de ferramentas, uma vez por semana viajava e trazia o que precisavam seus clientes.


Com o tempo, alugou um galpão para estocar as ferramentas e alguns meses depois, comprou uma vitrine e um balcão e transformou o galpão na primeira loja de ferragens do povoado. Todos estavam contentes e compravam dele.
Já não viajava, os fabricantes lhe enviavam os pedidos. Ele era um bom cliente. Com o tempo, as pessoas dos povoados vizinhos preferiam comprar na sua loja de ferragens, a ter de gastar dias em viagens.
Um dia ele lembrou de um amigo seu que era torneiro e ferreiro e pensou que este poderia fabricar as cabeças dos martelos.
E logo, por que não, as chaves de fendas, os alicates, as talhadeiras, etc …
E após foram os pregos e os parafusos…
Em poucos anos, ele se transformou, com seu trabalho, em um rico e próspero fabricante de ferramentas.


Um dia decidiu doar uma escola ao povoado.
Nela, além de ler e escrever, as crianças aprenderiam algum ofício.
No dia da inauguração da escola, o prefeito lhe entregou as chaves da cidade, o abraçou e disse:
- É com grande orgulho e gratidão que lhe pedimos que nos conceda a honra de colocar a sua assinatura na primeira página do livro de atas desta nova escola.
- A honra seria minha, disse o homem. Seria a coisa que mais me daria prazer, assinar o livro, mas eu não sei ler nem escrever, sou analfabeto.
- O Senhor? disse incrédulo o prefeito. O senhor construiu um império industrial sem saber ler nem escrever? Estou abismado. Eu pergunto:
- O que teria sido do senhor se soubesse ler e escrever?
- Isso eu posso responder, disse o homem com toda a calma: – Se eu soubesse ler e escrever… ainda seria o PORTEIRO DO PUTEIRO.

Então diga seu nome para que possamos escrever ao menos na ata. Meu nome  é   Valentin Tramontina, respondeu ele.

Essa história é verídica, e refere-se ao grande industrial Valentin Tramontina, fundador das Indústrias Tramontina, que hoje tem 10 fábricas, 5.500 empregados, produz 24 milhões de unidades variadas por mês e exporta com marca própria para mais de 120 países – é a única empresa genuinamente brasileira nessa condição. A cidadezinha citada é Carlos Barbosa, e fica no interior do Rio Grande do Sul.

Geralmente as mudanças são vistas como adversidades.
As adversidades podem ser bênçãos.
As crises estão cheias de oportunidades.
Se alguém lhe bloquear a porta, não gaste energia com o confronto, procure as janelas.
Lembre-se da sabedoria da água: ‘A água nunca discute com seus obstáculos, mas os contorna’.
Que a sua vida seja cheia de vitórias, não importa se são grandes ou pequenas, o importante é comemorar cada uma delas.




* Recebi da Professora Vera Monteiro no Whatsapp.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

*TE AMO 'MESA !!! '


* 07 aninhos !!! * 


                                      *Mesa, prometo ser mais PRESENTE aqui !!!

                                         (*Amo escrever, ter blogue !!! Obrigada, Jesus !!! ).

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

* Paulo Bonetti *





* Você pode, se acha que pode * 


Contra o mal seja guerreiro

Sempre alerta, em prontidão

Este mundo é passageiro

Nada oferece de bom.



Busque a verdade somente

Fora dela só há ilusão

Não crie cabides na mente

Pra dependurar qualquer frustração.



Viva bem este momento

Busque a casa paterna

Pratique o primeiro mandamento

Invista na vida eterna.


*Fotos tiradas na varanda da casa do tio Paulo !!!



*Poema que me foi dado ontem - 17 / Janeiro / 2016 - por ele ! 

*Tio Paulo foi um segundo pai pra mim !!! Agradeço a ele, 

  sempre, pelos ensinamentos que ele me dá !!! Graças a ele, sou 

  uma pessoa melhor e mais FELIZ !!! *Obrigada, titio !!! Um abraço.

  Observação : tio Paulo é um senhor JOVEM de 77 anos que lê diariamente

  e aprende muito lendo vários livros !!! Eu o admiro bastante !!! 

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

* Mais Cultura !!! *


                                                    * Ótimas sugestões !!! 

 * Peguei-as na página de uma amiga no Facebook  !!!

domingo, 10 de janeiro de 2016

* Saia da caverna !!! *

                           
                                                               *Sério isso.

domingo, 3 de janeiro de 2016

*Poema do Cosmo ou O Tempo ou Para iniciarmos BEMMM mais um ano em nossas vidas !!! *





*Observação : Cosmo é um amigo querido há mais de 30 anos !!! Boa pessoa e ótimo profissional !!! Além de poeta ; claro !!! :))) 

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

*Terroristas no Rio de Janeiro *


*Recebi no Whatsapp !!! *


À época dos Jogos Pan-Americanos no Rio e da Copa do Mundo no Brasil, um texto satírico foi divulgado pela Internet sobre um suposto ataque terrorista a nosso país.

Agora, com os últimos acontecimentos na França, o texto foi devidamente atualizado. Brasileiro não perde a piada! Seguem as principais passagens da carta que rola na

internet sobre os dois terroristas do Estado Islâmico que chegaram ao Rio com a intenção de explodir o Cristo Redentor, junto à ação terrorista na França:

“Documentos descobertos e mantidos em sigilo pela Polícia Federal do Brasil, FBI e Polícia francesa revelam que o Estado Islâmico (ISIS), teria ordenado a execução de

um atentado na capital carioca. O alvo da ação seria o Cristo Redentor, um dos símbolos mais conhecidos do Rio. Foram enviados para o sequestro de um avião que seria

lançado contra a “estátua-símbolo dos infiéis cristãos”.

Nos registros da Polícia Federal consta que os dois terroristas chegaram ao aeroporto Galeão Tom Jobim no domingo, 1º de novembro, às 21h47m, num voo da Air France. A

missão começou a sofrer embaraços já no desembarque, quando a bagagem dos muçulmanos foi extraviada, seguindo num voo para o Paraguai. Depois de quase seis horas de

peregrinação por diversos guichês e dificuldade de comunicação pelo inglês ruim, os dois saem do aeroporto, aconselhados por funcionários da Infraero a voltar no dia

seguinte, com intérprete.

Os terroristas pegaram um táxi pirata na saída do aeroporto, sendo que o motorista percebeu que eram estrangeiros e rodou duas horas dando voltas pela cidade, até

abandoná-los em lugar ermo da Baixada Fluminense. No trajeto, ele parou o carro e três cúmplices os assaltaram e espancaram. Eles conseguiram ficar com alguns dólares

que tinham escondido em cintos próprios para transportar dinheiro e pegaram carona num caminhão que entregava gás.

Na segunda-feira, às 7h33m, graças ao treinamento de guerrilha no Afeganistão, os dois terroristas conseguem chegar a um hotel de Copacabana. Alugaram, então, um carro

e se perderam no Rio: entraram numa favela e o carro foi totalmente metralhado. Mais uma vez, devido ao treinamento de guerrilha, se safaram e voltaram para o

aeroporto, determinados a sequestrar logo um avião e jogá-lo bem no meio do Cristo. Enfrentam um congestionamento monstro por causa de uma manifestação de estudantes e

professores em greve – e ficaram três horas parados na Avenida Brasil, altura de Manguinhos, onde seus relógios foram roubados em um arrastão.

Por fim, às 15h45m chegam ao Tom Jobim para sequestrar um avião. Aeroviários e passageiros estão no saguão do aeroporto, tocando pagode e gritando slogans contra o

governo. O Batalhão de Choque da PM chega batendo em todos, inclusive nos terroristas. Às 18h, aproveitando o resgate de presos feito por um esquadrão de bandidos do

Comando Vermelho, eles conseguem fugir da delegacia em meio à confusão e ao tiroteio. Às 19h05 eles se dirigem ao balcão da GOL para comprar as passagens. Mas o

funcionário omite a informação de que os voos da companhia estão suspensos.

Eles, então, discutem entre si: começam a ficar em dúvida se destruir o Rio de Janeiro, no fim das contas, é um ato terrorista ou uma obra de caridade.

Às 23h30m, sujos, doloridos e mortos de fome, decidem comer alguma coisa no restaurante do aeroporto. Pedem sanduíches de churrasquinho com queijo de coalho e

limonadas. Só na terça-feira, às 4h35m, conseguem se recuperar da intoxicação alimentar de proporções equinas, decorrente da ingestão de carne estragada usada nos

sanduíches. Foram levados para o Hospital Miguel Couto, depois de terem esperado três horas para que o socorro chegasse e percorresse os hospitais da rede pública até

encontrar vaga. Debilitados, só terão alta hospitalar no domingo.

Domingo, 18h20h: os homens do Estado Islâmico saem do hospital e chegam perto do estádio do Maracanã. O Flamengo acabara de perder o jogo . A torcida rubro-negra

confunde os terroristas com integrantes da galera adversária, e lhes dá uma surra sem precedentes.  Ao verem uma barraca de venda de bebida nas proximidades, decidem

se embriagar uma vez na vida. Tomam cachaça adulterada com metanol e precisam voltar ao Miguel Couto.

Segunda-feira, 23h42m: os dois terroristas fogem do Rio escondidos na traseira de um caminhão de eletrodomésticos, assaltado horas depois na Serra das Araras.

Desnorteados, famintos, sem poder andar e sentar, eles são levados pela van de uma Ong ligada a direitos humanos. Conseguiram fugir do retiro da Ong no dia seguinte e

perambulam o dia todo à cata de comida. Cansados, acabam adormecendo debaixo da marquise de uma loja.

A Polícia Federal ainda não revelou o hospital onde os dois foram internados em estado grave, depois de espancados quase até a morte por um grupo de mata-mendigos. O

porta-voz da PF declarou que, depois que os dois saírem da UTI, serão recolhidos no setor de imigrantes ilegais, em Brasília, onde permanecerão até o Ministério da

Justiça autorizar a deportação – se tiver verba, é claro.

Os dois consideraram desnecessário o terrorismo no Brasil e elegem o Rio área de treinamento especializado.”